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A Sociedade de Águas Profundas.

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A Sociedade de Águas Profundas.

Mensagem por Igor em Seg Mar 19, 2012 12:50 am

Pretendo postar os trechos sobre alguns aspectos da sociedade de Águas Profundas. A seguir, o nível social.

O que poderia alguém esperar entre a sociedade em Águas Profundas? Tudo... simplesmente qualquer coisa. Os nobres não são sempre nobres, os mercantes se preocupam mais com suas moedas que com classes, e os plebeus ("commoners") são, certamente, tudo menos comuns. Águas Profundas é uma cidade de pessoas todas comunicantes da verdadeira linguagem do comércio, dinheiro e cobiça"
Nível Social

Dado o tamanho de Águas Profundas e a presença bem estabilizada da nobreza e da próspera classe mercante, muitos nativos dos Reinos acreditam que específicas classes sociais foram estabilizadas, cada uma com suas regras e "inerentes preferências". Ao invés de divisões que fragmentam e distinguem baseadas na renda ou no nascimento, Águas Profundas nulificou tal diferença quase inteiramente.

"Nível social" e "classe" são, de longe, menos importantes em Águas Profundas que em outras cidades dos Reinos (ou em qualquer lugar); qualquer preconceito contra pessoas devido à raça, credo ou riqueza são trazidos por visitantes de fora das muralhas, e não são tolerados em grande parte. A natureza fronteiriça da cidade e os altos e baixos das fortunas daqueles que vivem do comércio mantêm os habitantes da cidade tolerantes à uma grande variedade de pessoas, e amplamente em relação a costumes, religiões e rendimento.

Um paladino nativo de Águas Profundas poderia prontamente aceitar que aqueles que rejeitam a rigidez da autoridade sejam tão "bons" e merecedores de sua ajuda quanto os vizinhos mais esclarecidos, a menos que aqueles sejam ativamente malignos. De uma maneira semelhante, um nobre mago poderia pensar que está acima de um varredor de ruas, mas ele nunca trataria o mesmo varredor de ruas como um inferior além de uma leve condescendência e uma simplificação na fala.

Em Águas Profundas, nascer de família pobre ou sem status não é uma fórmula para ser tratado com grosseria de quem é "superior". Se você é ridicularizado em Águas Profundas, você trouxe tal tratamento sobre você! Cavaleiros errantes e paladinos visitantes são, claro, um assunto à parte - creem serem acima do homem comum e vivendo por um ideal -, embora eles sejam logo advertidos sobre seus elitismos pomposos por muitos nativos da cidade.

"Viva e deixe viver" é o que melhor descreve as atitudes de um nativo; todos estão muito ocupados na busca pela riqueza e felicidade. Pessoas que dizem aos outros como agir e pensar são mais como entretenimento para o povo trabalhador de Águas Profundas que uma força social coatora.


Última edição por Igor em Seg Mar 19, 2012 12:59 am, editado 1 vez(es)

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Re: A Sociedade de Águas Profundas.

Mensagem por Igor em Seg Mar 19, 2012 12:59 am

Comportamento e Maneiras

A natureza cosmopolita da Cidade dos Esplendores torna seus cidadãos nativos muito tolerantes. Eles tendem a ser bons conversadores, amigáveis e sinceros, mas não esperam que os de fora também o sejam. Bons mercadores de Águas Profundas são rápidos para perceber o quanto aqueles que eles encontram gostam de conversar; e essa atenção especial permite a eles que façam seus negócios com agilidade e vantagens e satisfação mútuas.

Nativos da Cidade dos Esplendores são notoriamente lentos para se sentirem ofendidos. Um cidadão irá, claramente, dizer ao ofensor sobre o que sentiu como um aviso antes de mostrar qualquer tipo de raiva. É mais fácil ouvir “eu não achei isso engraçado, amigo”, dito de maneira gentil para o estrangeiro antes que sua voz se exalte em raiva. Alguns visitantes interpretam mal tal comportamento como covardia ou ignorância (“ele é muito estúpido para dizer que eu o insultei!”); se eles agirem com tais interpretações, no entanto, surpresa e pesar são os resultados mais normais.

A maioria dos nativos é lenta para se assustar, a menos quando se depara com magia ou monstros. Um guerreiro humano fanfarrão ameaçando-os resulta quase sempre em olhares calmos ou zombarias. Imzeel Coopercan, o taverneiro da Mighty Manticore, uma vez disse, “um brigão intimidador em uma taverna de Águas Profundas é tão bem vindo quando um vendedor de cordas em um encontro da Guilda dos Fazedores de Cordas – Ninguém está interessado naquilo que está vendendo, não importa quão boa qualidade, pois ninguém tem necessidade ou desejo de algo em abundância.” Os únicos guerreiros que afetam os cidadãos com frequência vestem as cores da Vigia da cidade. “Os únicos mortais que os nativos temem são magos instáveis e os Lordes”, Durnan disse a um visitante novato surpreso por um descuido no Portal Bocejante sobre a masmorra, “e somente quando eles foram enraivecidos por essas mesmas pessoas”.

Seres de quase todas as raças podem ser vistas na cidade, também. Um típico cidadão poderia reagir com hostilidade e medo somente em relação a drows, ilitíades, nativos não-humanos dos Planos Inferiores, e, claro, “monstros” como beholder e dragões; quanto aos outros, geralmente são “a negócios, como sempre”.

Comportamentos lascivo e bêbado tendem a ser tolerados quando considerados um comportamento atípico, e são tratados da mesma estranha maneira de fala e costumes. Se um forasteiro bêbado faz uma proposta grosseira para um cidadão que não a acha agradável ou convidativa, a sugestão é meramente ignorada. Se repetida, o cidadão irá sair, se desejar, ou simplesmente demonstrar sua falta de interesse. Esse processo continua por algum tempo até que socos voem ou lâminas brilhem.

Nativos da cidade não discutem o tempo, a menos que a sua profissão seja fazendeiro ou marinheiro. Bate-papo e rápidas conversas normalmente se focam em assuntos do comércio, e secundariamente nas guerras pelos Reinos. Cidadãos possuem um interesse esportivo em acontecimentos como as constantes disputas menores que ocorrem no Sul, a recorrente efervescência e derramamento de sangue em Tethyr, e a tradicional e longa discórdia entre Ruathyn e Luskan.

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Re: A Sociedade de Águas Profundas.

Mensagem por Igor em Seg Mar 19, 2012 4:21 pm

Vestimenta e Aparência

Todos os tipos de roupas e vestimentos podem ser vistas nas ruas de Águas Profundas. Não existe uma regra relativa à vestimentas, exceto a proibição aos cidadãos de personificar os Lordes da cidade, o robe negro dos Magistrados, ou os oficiais e membros da Guarda ou da Vigia. Os uniformes das guildas só podem ser legalmente vestidos pelos membros das respectivas guildas, e é vestido quando aparecer diante da Corte dos Lordes em negócios oficiais, durante feriados, fora da cidade em quando em negócios, quando diante dos Magistrados, e quando as funções da guilda, como reuniões de votação, sejam estabelecidas por elas. Brasões não pode, claro, ser copiados nem vestidos, senão pelos membros designados a eles.

Nobres normalmente não portam seus brasões, exceto em anéis sinetes, fivelas de cintos ou em pingentes; seus servos vestem roupas adornada com seus brasões. Nobres vestem qualquer tipo de vestimenta sem qualquer censura social; é comum às mulheres nobres presentes em festas e outras funções vestirem vestidos brilhantes e transparentes de seda com lantejoulas, com suas partes de baixo cobertas por camadas de seda transparente, e suas partes superiores enfeitadas com joias (e, se o tempo estiver frio, luvas de peles que alcançam até os ombros). A maioria dos vestidos das festas nobres de "alta moda" envolve máscaras, embora muitas não se destinam a cobrir a identidade do usuário, mas provendo meramente um meio de adorno.

Jovens donzelas nobres frequentemente vestem vestidos com elaborados filigranas (um tipo de bordado feito com fios de ouro ou outros metais preciosos) em corpetes ("stomachers") de designs delicados (muitas vezes com várias gemas), com seus braços e frente adornados de pó de ouro e mais lantejoulas. Um corpete ("stomacher") é um traje rígido com estrutura de arame, que no caso é costurado dentro do vestido, que se estende da forquilha até os seios; os exemplos de Águas Profundas muitas vezes se mostram com fantásticos rodopios de seda erguida até pontas nos ombros.

Os membros de companhias mercenárias e de aventura normalmente vestem os trajes de suas vestimentas abertamente, com orgulho, nas ruas da cidade; novamente, é um crime vestir falsamente tal traje, embora o queixoso deva provar que tal pessoa está vestindo ilegalmente tal roupa.

Joias são portadas por ambos os sexos na Cidade dos Esplendores; algumas pessoas se engrinaldam com seus brilhos, e outras nunca vestem uma simples quinquilharia, apesar da riqueza pessoal.

Todos os tipos de cortes de cabelo podem ser vistos, e todos os tipos de roupas e cores são usadas. Não existe uma lei contra a nudez ou que requeira certa parte do corpo coberta, mas Águas Profundas é uma cidade costeira - quando não está chovendo (ou no inverno, nevando), existe normalmente uma névoa nas ruas. Apesar da montanha que protege a cidade, as ruas podem ser também varridas por ventanias quando o tempo está ruim e por volta do Sol Alto (o amanhecer, anoitecer e as noites tendem a ser calmos). Essas condições impossibilitam vestimentas leves ou reduzidas para a maioria dos seres, na maior parte do tempo.

A moda de outros planos, bem como de outras terras, não vistas nas ruas da cidade, portanto a vestimenta é individual e a variação é livremente tolerada. Não existe o tipo de coisa "não está na moda" em Águas Profundas.

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