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Rascunho de Histórias

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Rascunho de Histórias

Mensagem por Igor em Ter Mar 20, 2012 5:46 pm


Personagem do Wallace. Campanha Águas Profundas e a Cia Spell.

Filho de um Cavaleiro Thayano, protetor de Inglurym "O Sádico", Mago Vermelho regente do Enclave Thayano de Halagard, em Halruua, que tinha como principal objetivo conduzir buscas pelos artefatos e pesquisas perdidas de Akhlaur.

Minha mãe orgulhosa mercadora Rashemi, fixara seu comércio no Enclave de Halagard.

Através de seus dons de persuasão, ela conseguira ter seus papeis de licença aprovados para vender suas mercadorias ali, cumprindo parte do acordo que garantia a Inglurym os itens de maior poder e difíceis de serem encontrados, em especial aqueles que remetiam à época em que Akhlaur era vivo e que poderiam ser relacionados a ele. Por já ter sido uma aventureira, uma ladina de certo talento, e possuir vastos contatos, esse era seu forte.

Vendo que seus negócios dos sonhos estavam indo de mal a pior, ela então resolveu mexer seus pauzinhos para que os negócios mudassem seu rumo, além de orações para Beshaba, ela decidiu que atingiria seu objetivo de forma mais eficaz se tivesse alguém próximo ao Sádico para falar a seu favor. Então, com seus dotes e insinuações conseguiu fazer com que Sarkris, Cavaleiro Thayano, protetor do Sádico mestre do Enclave, cedesse a seus encantos e caísse nas graças de seu leito.

As armações de Líria, não passaram despercebidas aos olhos do Sádico, no entanto, que notando os olhares entre seu protetor e guardião para a comerciante, logo relacionou com as vezes em que o cavaleiro falava a favor da sedutora, ou que de alguma forma a beneficiava. O Sádico, no entanto, não era nenhum tolo, então pensou um plano para estreitar os laços dos dois, de modo a evitar uma possível traição por parte de seu protetor.

Liria e Sarkris, conseguiram encontrar às margens do rio Halagard o seu ninho de condescendência, onde no mês de Uktar, em uma noite fria de Outono, consumaram seu amor.

Ingluryn, soube da ausência de seu guardião de alguma forma, e decidiu puni-lo para lembrá-lo de seu erro pelo resto de seus dias. Foi então que, através dos mais vis métodos, tornou Sarkris infértil e coxo.

Sua ira ainda não havia sido aplacada tão facilmente, e quando percebeu que Líria estava grávida de seu protetor, tratou de exigir seus direitos a respeito da criança.

Uma de suas exigências era de que a criança não deveria ser criada por uma sedutora que se apaixonara e nem pelas mãos de seu cavaleiro e protetor que se desviaria de suas reais obrigações. Então decidiu enviar a criança para o Monte Thay, onde ela seria criada e ensinada nas artes dos Magos Vermelhos, ou no mínimo se tornaria mais um de uma vasta linhagem de Cavaleiros Thayanos.

Posto em ação o plano criado por seus inimigos em Halagard, a destruição do Enclave era apenas uma questão de tempo. Então, no dia em que o recém-nascido seria levado para Thay, aconteceu.

Em meio à toda a confusão, as portas de seu “forte” como gostava de chamar, Ingluryn fora atingido por diversas flechas envenenadas, sendo que uma delas acertou-lhe um dos olhos.

Sarkris, cumprindo seu dever, tratou de pôr-se a frente das flechas, e alvo de diversas magias e ataques que estavam além de sua capacidade sucumbiu. Alvejado diversas vezes, cumpriu seu papel ao proteger seu mestre, e na medida em que a carruagem deixava o enclave, a comerciante que havia bolado um arriscado plano de resgate, pôs-se a perseguir a carruagem com alguns companheiros de seu antigo grupo de aventureiros.

À medida que se esforçava para alcançar sua cria, acabara entrando na linha de fogo dos inimigos do Sádico. Alvo de magias ígneas de grande poder, morreu consumida pelas chamas que devoravam o lugar. Os destruidores, então se viram livres para perseguir a carruagem dos Magos Vermelhos, carruagem esta que carregava sempre alguns de seus importantes membros.

Sempre ostentoso, o Sádico queria exibir sua posição dentre os seus subordinados e iguais, enviando um pupilo em meio ao luxo para Thay. Apenas quando os assassinos conseguiram destruir os protetores da carruagem e abrir a carruagem perceberam o equivoco que cometeram, e com isso se enfureceram.

Teriam eles matado a criança, se não fosse pelo destino e as graças dos deuses, um andarilho, conhecido por muitos como Punho de Tyr, descobriu as intenções dos assassinos e em meio a uma batalha em que resultou em sua gloriosa vitória contra os melhores assassinos, ele salvou a criança.

Durante algumas dezenas, boatos de que o Punho perdido da divindade fazia a justiça dentro das grandes muralhas de Halruua levavam diversas pessoas que precisavam (ou diziam precisar de sua força) em viagem à procura do andarilho. Isso o forçou a seguir seu caminho de volta para seu verdadeiro objetivo, a esplêndida cidade de Suzail em Cormyr.

Como um andarilho, ele jamais poderia se prender a uma criança. Então o deixou onde poderia aprender sobre os preceitos de sua divindade, o templo de Tyr de Iriaebor nos campos verdejantes.

Lá, com a irmandade, aprendeu sobre justiça, honra e propósito. Ao completar seus 15 anos, após treinos exaustivos com o campeão de Tyr, Osgron, teve sua fé posta à prova: deveria completar uma viagem de 2 anos para descobrir seu verdadeiro propósito no mundo e para Tyr.

Nesta viagem conheceu pessoas de índole tão inabalável quanto a sua, e conheceu também pessoas que demonstraram que nem sempre a justiça e o bem andam juntos. Viajou e conheceu a maior parte dos povos que considerava de boa índole, com exceção de Thay, onde permaneceu bons meses de sua vida, tentando entender sua cultura. Ocorre que, ao compreender um bocado e tentar alterar o curso da vida de muitos Mulans, se encontrou em “maus lençóis”. Foi quando se viu obrigado a deixar Thay às pressas para poder retornar algum dia e concluir o que iniciara.

Nesta viagem descobriu sua história ao conhecer um dos comerciantes do Enclave de seus pais e sobre os acontecimentos. Encontrou também o Sádico.
Voltando à história do Enclave que havia sido destruído, o mago, com seus vastos conhecimentos e uma boa rede de informantes, sabia que seu domínio seria atacado, preparou seu corpo para resistir a venenos. Soube também que o idealizador de tal despautério havia sido outro Mago Vermelho, que sucumbiu na área política, fazendo o que o Sádico crescesse ainda mais em poder e influência em sua sociedade.

O jovem, ainda em Thay, ao encontrar Inglurym, tentou de alguma forma buscar maiores informações a respeito de seu pai, em um inocente pensamento: pensamento que ele (seu pai) havia sido sua ruína. Afinal, quem melhor para falar de seu pai que o mago o qual ele protegera por anos e perdera a vida a benefício?

O Sádico, como se pode esperar de um Thayano, não guardava boas lembranças daquele fatídico dia, e com isso, armou para que o jovem paladino fosse tomado como escravo. Uma rápida discussão ocorreu, e com muita ajuda da sorte, o jovem conseguiu escapar, mas não sem antes sofrer a ira do sádico que o marcou na face com uma Runa imbuída com um poder maligno e um significado até hoje desconhecido . Sabe-se apenas que ao escapar do Sádico, novamente foi amaldiçoado.

Perto do dia em que deveria retornar para o templo de Tyr com a resposta sobre seu propósito conheceu uma linda jovem, por quem se enamorou e passou os últimos meses até o dia da fatídica partida.

Oniria, uma meia-elfa filha de um talentoso artesão élfico e uma aldeã, era o tudo o que o paladino buscava naquele mundo: bondade, sinceridade, convicção e força. Mas seu romance teria data para terminar, ou para reprimir em seus corações o sentimento que cresceria devido à distancia. Na noite antes de chegar ao templo, o Deus da Justiça enviaria seu propósito através de um sonho:

Kravalkir se viu sentado em um trono de luz posto à frente de um espelho. Seu reflexo no espelho era o completo oposto e tudo o que fazia o lado de luz fazia o distorcido seu reflexo no espelho. Um garoto se aproximou do homem, e enquanto o ser sentado no trono de luz o destruía, aquele que sentava-se no trono de trevas o abraçava e acolhia.
Os atos de ambos eram destoantes com suas aparências. Mas foi o final do sonho que o fez entender seu real propósito: quando ambos se ergueram e quebraram o espelho, então luz e trevas se misturavam formando cores e equilibrando o todo.

Assim ele entendeu o que era, entendeu que deveria trazer justiça a esse mundo assim como faz Tyr; entendeu que deve ser mais do que apenas um emissário dos justos e se tornar a justiça.

A divindade o havia escolhido para ser sua mão e olhos, e assim ele o faria.

Mas não antes de descobrir a respeito da runa queimada e impregnada em sua face e espírito, partiu novamente do templo para entender seu significado, logo após a cerimonia que o reconhecia como um campeão da justiça de Tyr.

Ninguém, nem mesmo os mestres das runas que cruzavam seu caminho, sabia dizer que tipo de poder queimava na “pintura” ou seu significado. Soube então do Mago Hurin, e de seus feitos por Faerûn, partindo então a seu encontro. Conversou com o mago e chegaram a um entendimento. Nem mesmo ele com todo o poder que possuía poderia dizer o que era ou significava a marca, mas sua vontade e curiosidade eram tamanha, que jurou solenemente descobrir os propósitos daquela marca e ajudá-lo, no que fosse possível.

Mas seus esforços não poderiam ser pagos de forma mundana e comum. Em sua vasta inteligência, Hurin, ciente das crenças do paladino, pediu para que pagasse este bem de forma proporcional em nome de sua companhia.

Assim se iniciou sua carreira em nome da Companhia Spell.


Última edição por Igor em Dom Mar 25, 2012 1:53 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Rascunho de Histórias

Mensagem por Igor em Ter Mar 20, 2012 10:04 pm


Personagem do Glauber. Campanha Águas Profundas e a Cia Spell.

Drakar sempre viveu na Grande Fenda. Sempre soube do seu potencial natural em relação aos assuntos divinos. Mas, conhecendo sua cultura e sabendo sobre a postura dos clérigos dos salões, que poderiam não abençoá-lo por tanto, sempre buscou esconder seu talento.

Pelo menos tentou até um dia. Esse dia chegou trazendo a traição de um membro de seu próprio clã - seu tio Batugar "Ferro Congelante" - se aliou a um grupo de Duergares. Ele levava informações sobre os salões para eles, mapas detalhados do corredores, das passagens secretas e tudo mais.

Depois de obterem muitas informações, seu tio se tornou inútil para os Anões das Profundezas, quando mataram Baturgar . O requinte da crueldade foi a devolução ao seu reino arrastado pelo seu próprio pônei de guerra, com um bilhete entregando a traição do anão morto junto a um simbolo de um dos clãs dos salões.

Em razão disso, todo os salões tiveram que ser reformados, sendo lacrado todos portais e passagens secretas, pois só assim se assegurariam de um ataque mortal de seus inimigos.

Em virtude de um conselho dos clãs, a pena recaiu sobre o clã de Drakar: todo o clã seria expulso da Grande Fenda. Drakar jamais entendeu porque um anão faria aquilo. Então, após tudo o que passou, ele abandonou seu lar e se isolou, em buscas de respostas para a dúvida.

Assim, acabou viajando e conheceu pessoas de todo tipo, até que descobriu aos poucos o porquê das pessoas agirem assim: ganância, e acabavam sempre se dando mal. Agora corre contra o tempo perdido de seu isolamento, pois quer mostrar ao seu deus que ele tem a capacidade de levar suas bençãos a todas as outras raças. Ajudando, dando assistência, fazendo trabalhos em vários lugares.

Até que um lugar chamou sua atenção e despertou ainda mais a vontade de um dia fazer uma viagem planar. Sua vontade parecia estar perto de se realizar conhecendo a Companhia Spell e seus feitos épicos.

Drarkar agora tem um outro sonho a ser realizado: chegar o mais perto da montanha dos deuses que guardam sua raça.



Comentários do Glauber:

" - Ele é um anão gente boa, gosta das pessoas até o ponto que puxem sua barba. Ele é simples, gosta de ouvir os contos, adora tomar uma cerveja e ouvir musicas de aventureiros. Espera um dia que cantem sua música: Bigorna Prateada na Montanha de Moradin".


Em algum lugar próxima à Grande Fenda (Great Rift)


Lembranças comuns das savanas de Shaar.


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